Márcia Lohss se formou em artes cênicas na Escola de Artes Dramáticas de
Hamburgo-Alemanha (Bühnestudio der Darstellenden Künste) em 2003 e é
formada em comunicação social com habilitação em Rádio e TV pela Universidade
Federal do Rio Grande do Norte. Em Julho de 2016 concluiu o curso de direção de
atores para cinema na EICTV (Escuela Internacional de Cinema e TV) em Cuba.
Fez o curso “Mentoria para roteiristas profissionais” pela ColabCine com duração
de seis meses, em 2022. Tem especialização em “semiótica e análise do discurso”
pela Faculdade Metropolitana (SP) em 2023. Dirigiu os curtas-metragens “Três
Vezes Maria” (2014), ”Bolada certa” (2013) e “Enquanto o sol se põe”(2018). A
partir de 2014 iniciou sua pesquisa sobre Preparação de Elenco para Cinema e
TV, pela UFRN, onde conseguiu uma bolsa para a pesquisa de iniciação científica
através da qual teve vivências profissionais com outros preparadores de elenco
como a pioneira Fátima Toledo, Christian Durvoort, Daniel Nigre e o cineasta
Marcelo Gomes. Preparou o elenco da premiada webserie SEPTO (2019). Foi
roteirista assistente da série “Bar do Paixão” (2023). Foi co-roteirista da webserie
“As Primas” (2020). Fez a preparação de elenco para Filho do Mangue(2023)
dirigido por Eliane Caffe. Colaborou com o roteiro do longa metragem “Era do
Metano” de Henrique Fontes, o qual tambem dirigiu. Atualmente é integrante da
produtora Caboré Audiovisual e trabalha como diretora, roteirista, preparadora de
elenco e atriz. Fundou a Cardeiro ART em 2023.
Valtyennya Pires é realizadora audiovisual paraibana, mestra em Ciências Sociais (UFCG) e jornalista pela UEPB. Atua como roteirista, diretora e pesquisadora, desenvolvendo trabalhos que articulam audiovisual, território, memória e questões de gênero e raça, com foco em narrativas de mulheres e identidades historicamente silenciadas. Dirigiu os documentários Benzeduras (2023), Céu (2022), Amanhã Vai Ser Outro Dia (2022), Margaridas (2019) e Entoado Negro (2017), exibidos e premiados em mostras e festivais. Também atuou como diretora de som em Vitóriarégia: Flor de Primavera (2018) e assistente de direção na série Açude Sonoro. Além da realização, atua com curadoria, formação e júri em festivais e mostras, tendo sido premiada no concurso audiovisual “Pelo Fim da Violência contra a Mulher”, da TV Câmara.
Multiartista com atuação que articula corpo, pensamento crítico-holístico, palavra e imagem em processos criativos atravessados por fricções. Formada em Jornalismo, redirecionou sua trajetória para as Artes Visuais, com mestrado (UFPE/UFPB) e doutorado em andamento na UFBA.
Sua prática abrange curadoria, participação em júris de festivais (como Fest Aruanda, Os Filmes Que Eu Não Vi e Fecine), mediação crítica e ações formativas em audiovisual, além de consultorias e prestações de serviço no campo artístico.
No audiovisual e nas artes visuais, atua em pesquisa, roteiro, direção, produção e performance. Dirigiu os filmes Invólucro (2015), Miami-Cuba (2021), Nova Sinfonia Cotidiana (PE e PB, 2021–2022) e Musas – Mulheres Surdas na Arte (inédito). Também idealizou e dirigiu o projeto-exposição Modos e Modas no Século XX (2012–2013).
Colaborou em projetos como Entr&Rios (série inédita), Adamón (filme de artista inédito) e Sol Alegria (2018), atuando em pesquisa de roteiro, desenvolvimento de personagens, produção executiva, escrita de projetos e assistência de direção.
Trabalhou como figurinista em mais de quinze filmes, incluindo Eles Voltam, Paterno, O Matador de Ratos e Aroeira. Também atua diante das câmeras como repórter videojornalista.
Sua poética é atravessada por práticas corporais e investigações em movimento, que dialogam com sua produção artística e processos de criação.
Viviane Pistache: pesquisadora, roteirista, curadora, júri e crítica de cinema. Atuou no desenvolvimento de roteiros da Casa de Criação e Cinema, O2 Filmes e Globo.
Programadora da Mostra Brasil do Festival de Curtas Kinoforum; curadora convidada de algumas mostras e festivais, como a Mostra Oju do CineSesc, Mix Brasil, Fest Aruanda, Festival de Vitória, Sesc TV, Mostra Ecofalante, Goiamun e Curta Santos, Mostra da Região Metropolitana de Belo Horizonte, Cine Fantasy, etc. Júri em alguns festivais como Festival de Vitória, Cine Ceará, Prêmio Revelação do Kinoforum, CinePe, In-Edit, Guarnicê, Prêmio Canal Brasil em alguns festivais. Crítica membra da ABRACINE e APCA, roteirista membra da ABRA e crítica colaboradora do Geledés.
Professor de roteiro e documentário, cineasta e curador de mostras e festivais, consultor de roteiro, estudioso de cinema, publicou os livros Luz e sombra: significações imaginárias na fotografia do cinema expressionista alemão (2013) e Cinema noir: A sombra como experiência estética e narrativa (2015). Estudou documentário no Atelier de Réalisation Cinématographique, em Paris, e roteiro na Escuela Internacional de Cine y Television (EICTV), em Cuba. Dirigiu diversos documentários de curta, média e longa-metragem premiados em festivais no Brasil e no exterior, entre eles o JVC Grand Prize do 26º Tokyo Vídeo Festival de 2004, no Japão.
Com mais de 20 anos de experiência em produção cultural, Leandra Moreira assina a produção de séries para TV, filmes de longa e curta duração, ficção e documentários, games, experiência em XR, projetos comerciais e institucionais. Cursou Mestrado em Cinema na ECA/USP, fez Gestão Cultural pela ENAP, e tem cursos de graduação: Artes Plásticas; Publicidade e Jornalismo- todos na UFES. Agora em 2026 Leandra assina a produção da comédia É Quase Verdade! Co-produção Globo Filmes com a 55.
Thiago Morais é produtor, diretor e diretor de fotografia com atuação no mercado
audiovisual desde 1995. Sua trajetória é marcada pela intersecção entre a
Produção Audiovisual e a Antropologia, formação que serve de base para suas
obras mais recentes, como os filmes Cem Pilum (indicado ao Grande Prêmio do
Cinema Brasileiro) e Beto.
Além da produção e direção, Thiago dedica-se ativamente à formação de novos
talentos e à curadoria e júri de festivais. Atualmente, coordena a OPA (Oficina de
Produção Audiovisual) na Universidade Federal do Amazonas (UFAM), onde
segue explorando as narrativas visuais da Amazônia por meio de diversos projetos
audiovisuais.
Mãe. Atriz. Trançadeira. Professora. Figurinista. Apresentadora. Escrevivente.
Soteropolitana radicada em João Pessoa, Norma é uma ParaBaiana que há 30 anos vive e fortalece a Cultura Paraibana. Um corpo Político e Multiartístico que faz da arte sua cura, no Teatro, no Canto, no Audiovisual e nas Palavras.
É autora dos textos “Retalhos de Mim, RASGADO”, “Os Amores de Oyá” e “111 Tiros, onde estão nossos filhos”.
Pesquisadora da Antropologia, amante das Letras e da Ancestralidade.
Atriz premiada com os filmes O Pato, Calunga Maior, MALAIKA, Um Oceano Inteiro… com passagens por festivais como Fest Aruanda, Curta Taquary, Festival de Gramado, LABRFF, Festival de Brasília, Festival de Biarritz e 49ª Mostra de Cinema de SP e muito mais.
Especialista em Cinema e Linguagem Audiovisual, Psicopedagogia, Sociologia e Tecnologias na Educação. Mestrando no Programa de Comunicação e Inovação Social (UFPE). É curador, montador e diretor de fotografia. Professor da ETE Nelson Barbalho (Caruaru-Pernambuco) no curso de Produção de Áudio e Vídeo. É idealizador e curador do Festival de Cinema de Caruaru. Como diretor e roteirista tem onze curtas-metragens finalizados exibidos em diversos festivais no Brasil e exterior. Ministra a oficina Construções Textuais de Júri e Crítica Cinematográfica, formando júri popular em festivais de cinema.
João Carlos Beltrão é um diretor de fotografia com 30 anos de experiência na cena audiovisual da Paraíba, tendo desempenhado um papel crucial na estética de diversos filmes e acumulado várias premiações. Ele presidiu a ABD-PB por dois mandatos e atuou como representante do setor no Consecult-PB. Devido à sua importância para o audiovisual local, recebeu homenagens em festivais e mostras na Paraíba e é titular da cadeira número 7 na APC.
Breno Ferreira é cineasta paulista, criado no Maranhão, e membro da Academia Brasileira de Cinema. Atua no audiovisual desde 2002 como diretor e roteirista, tendo realizado diversos curtas-metragens premiados e dois longas, sendo o mais recente Mensagem no Funeral, ainda em finalização. Possui ampla experiência como 1º assistente de direção (1AD) e diretor assistente em produções para plataformas como Disney+, Globoplay, Netflix e Star+
Roteirista e produtor cultural, natural de Pacajus (CE) e radicado na Paraíba há 13 anos. Formado em Rádio e TV pela UFPB, dedica‑se à criação de roteiros que exploram temas humanos sob as lentes do drama, terror e ficção científica. Foi preparador de elenco dos filmes “Só Sinto Amor”, de Saullo Dannylck, e do piloto da série “Vida Bandida”, de Marcelo Paes de Carvalho, em 2014. Ao longo da carreira, atuou como diretor e roteirista em curtas e videoclipes como “Um Poema com Café” (2015), “Quando Decidi Ficar” (2018), “Regresso ou alguma coisa que criamos sobre nós” (2021), “Extinção” (2023), “Invernia” (2024), “Saudades de Abim” (2024) e “Fósseis” (2024). Também atuou como roteirista em produções como o piloto da série “Sertão Sangrento”, de Kleyner Arley (2017), e no filme “O Muro”, da diretora Maria Helena (2021). Entre os cargos institucionais, destacam‑se a curadoria da Mostra Rock Cordel do Banco do Nordeste Cultural Sousa (2017–2025) e a atuação como parecerista do Edital Audiovisual do Funcultura 2021 do estado de Pernambuco, em 2022.
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